Sunday, July 23, 2006

Estabilidade emocional? Que é isso?

Céus... Faz já tanto tempo que não vinha aqui escrever qualquer coisa, dizer o que me vai na mente, criticar, comentar, afinar arestas, sei lá que mais...
Passaram-se uns bons mesinhos desde o último post e as mudanças desde então foram já tantas que nem sei por onde começar. Tiro certeiro será começar pelo fim do último (penúltimo, para ser mais preciso) post... O V. debaixo dos lençóis? Não sei. End of story. É tudo. Esteve atulhado de exames e, como tal, fechou-se a sete chaves em casa, a estudar para terminar o curso. Hoje sei que acabou e que até já está a trabalhar! Boa V.! Desde então perdemos o contacto, foi-se o encanto, foi-se a magia e aquilo que parecia estar a tornar-se numa boa relação esfumou-se... Culpa aqui não é relevante. Mas confesso que a minha adoração por aquela magia que se estava a desenvolver entre nós foi mais fraca do que a necessidade de conhecer outro alguém.
Nem mais! Foi isso mesmo que fiz. Se há coisa que não faço é perder tempo com o que não quero e com quem não quero. Não era, mais do que obviamente, o caso do V., porém cá dentro fervia o sangue a pedir emoção... e ficar parado, em banho maria, por alguns meses enquanto o rapaz estava a estudar para os exames não era nada fácil. Não resisti. Deixei-me levar.
O como é do mais fácil que pode haver. Gaydar. Messenger. Com uma pequena nuance ou particularidade... Trocámos, na primeira vez que falámos por messenger, meia dúzia de palavras, os tão habitués de onde és, idade, bec bec e tal e tal... E depois parou! Foi das primeiras pessoas, aliás, que conheci por messenger mas não aconteceu nada. Até que um dia, eis senão quando, eu mudo de fotografia no messenger e o BM ficou encantado com o que viu e decidiu meter novamente conversa. Daí até ao café no bairro alto foi um instantinho...
O que aconteceu? Maravilhoso... nem poderia dispensar contar estas coisas aqui... Fomos ao páginas tantas ou páginas soltas, sei lá, indiferente, mas é um daqueles nomes... Caipirinha para ele, caipiroska para mim, claro. Conversa. Conversa. Olhares. Mãos. Corpo. Olhares. Conversa. Pagar.
Estavamos os dois em frente ao metro ali na Brasileira. No dia a seguir ia-me embora de viagem e ele ficaria uma semana sem me ver. Quase 1h. Ultimo metro à 1h. Olhámos um para o outro sem nos tocar... mas o que se passou a seguir foi mágico. Quase que não foi preciso dizer nada e o BM disse que queria mesmo era ficar. Ficou. Gostei. Adorei.
Fomos ao Favela. Pedimos uma bebida e fomos para a parte mais escondida do bar. Bonito. Houvesse ali uma cama pelo meio e nenhum de nós teria resistido à tentação. Aquelas coisas que eu não sei explicar mas em que sinto, literalmente, os efeitos a revelarem-se no meu corpo. Se nos comemos? Não escondo! Comemo-nos à grande! Se foi bom? Óptimo!
Repetiria o feito? Claro que sim!
Agora... onde fica o V. depois disto tudo? Não fica. Amigo. Ponto. Quando lhe contei do que havia entre mim e o BM notei tristeza da parte do V. Não sei. Talvez fosse impressão minha, mas estranhei.
Ainda agora de cada vez que ele me «aborda» pergunta sempre se ainda namoro e como está o boyfriend. No mínimo estranho. Mas não deixo que o meu ego tome partido da minha racionalidade e paro precisamente aqui. Não digo nem mais nem menos. Há coisas que apenas se sentem. Não se explicam. Há coisas que se sentem de uma forma e, vai-se a ver, são o oposto.
Mas também caguei! O que interessa é que estou melhor do que nunca antes estive. Não amo. Isso é ponto assente. Mas adoro o rapaz! É tão bom estar com ele!
É um estrondo? Na cama? Não tenho razões de queixa. Aliás, a verdade é que faz-me trepar pelas paredes. Mais houvessem e mais eu por elas treparia... Tem sido um amor e sabe bem o que faz... e se não soubesse haveria sempre tempo para aprender! Adoro-te gajo! Mesmo!
Só um ponto da história é que continua a não estar bem alinhado. O ponto g podia chamar-lhe assim... esse pontinho continua a ser uma dor de cabeça... Mas, como acho que já disse noutros posts, na vida tudo passa. Tudo. Menos a morte!
Quanto à história desse ponto g, quem me conhece sabe do que falo. E porque falo. De quem falo. E mais não vale a pena dizer, que a vontade é pouca e a paciência teima em não aparecer.

1 Comments:

At Saturday, October 14, 2006 8:37:00 PM, Blogger Manuel said...

O ponto G das mulheres eu já tinha ouvido falar...mas nos homens?!?!... Hoje á noite vou procurá-lo...LOL

PS- preciso de algum espelho?!?!

;)

 

Post a Comment

<< Home